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quarta-feira, 24 de abril de 2013

Docentes do Liceu criam livro com propostas de exame

Duas docentes de Português na Escola Jaime Moniz elaboraram o livro 'Vinte propostas de provas de exame de Português', da editora Plátano, obra hoje apresentada no Liceu. À margem do lançamento do livro, Vanda Gouveia, co-autora, explicou que a ideia foi "construir um manual que servisse de complemento ao estudo que os alunos de 12º ano fazem para o exame" desta disciplina.

Vanda Gouveia explicou que o livro tem 20 propostas de exame e que a mais-valia está no facto de, qualquer aluno do 12º ano, poder ser auto-didacta, fazendo os exercícios apresentados e confrontando com as propostas de correcção.

Em termos de conteúdos, o livro disponibiliza matéria de 12º ano, nomeadamente Fernando Pessoa, os Lusíadas, 'Felizmente há Luar' de Sttau Monteiro e o 'Memorial do Convento' de Saramago.

Vanda Gouveia frisou que há várias propostas do género no mercado, mas que o livro que elaboraram apresenta as respostas de forma "completa e elaborada", tal como as duas docentes consideram que os alunos devem fazer, quer nas perguntas de interpretação directa, quer na pergunta de desenvolvimento ou nas propostas de planos para a construção de um texto argumentativo. A obra está já disponível nas livrarias.

O secretário regional da Educação, Jaime Freitas, enalteceu esta iniciativa. "Esta obra vai corresponder a uma necessidade que sentíamos no sistema e que os alunos podem aproveitar e prepararem-se melhor para os exames para terem melhores resultados", apontou. DN Madeira

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Alunos sem passe podem abandonar a escola do Estreito de Câmara de Lobos


Novas alterações no apoio ao transporte escolar está no cerne da desmotivação dos estudantes que já cumpriram o ensino obrigatório.

É a consequência da abolição do apoio ao transporte escolar que muitos alunos da Escola EB2,3 do Estreito de Câmara de Lobos possuiam. Luís e Carlos são dois estudantes a frequentar o 10.º ano de escolaridade, na Escola EB2 e 3 do Estreito de Câmara de Lobos que disseram esta manhã ter ouvido da boca dos próprios colegas que estão a ponderar desistir da escola. Não é o caso deste dois alunos, na medida em que sublinharam terem a sorte dos pais lhes dar boleia até ao estabelecimento de ensino. Ao contrário, relatam alguns excertos de depoimentos dos amigos que já lhes confidenciaram que "não vêm mais, porque a distância é grande, ainda por cima têm de carregar uma mochila às costas. À tarde, quando saem da escola dizem que chegam a casa já de noite".

Estas foram algumas das declarações escutadas durante o protesto pacífico marcado pelos encarregados de educação, justamente para a frente da escola e que serviu para reivindicar a continuidade do apoio ao transporte escolar que o Governo Regional decidiu retirar numa política de contenção de despesa.

Um protesto que juntou apenas meia dúzia de encarregados de educação à frente da porta principal. A explicação avançada por alguns populares presentes para tão pouca adesão foi a seguinte: "A secretaria da Educação concedeu passes aos alunos, cujos pais foram os cabecilhas dos protestos no início de Outubro".
DN Madeira

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Alunos do Funchal dominam 6ª edição do AgenteX

António Camacho (Bartolomeu perestrelo) e Catalina Panuta (Louros) foram os vencedores da competição de Matemática

António Camacho, da Bartolomeu Perestrelo, em minis (5º e 6º anos), e Catalina Panuta, dos Louros, em maxi (7º e 8º anos), foram os grandes vencedores da 6ª edição do AgenteX, cuja final decorreu hoje em Santana.

Joana Câmara, aluna do Colégio Infante D. Henrique, e Pedro Neto da 'secundária' de Santa Cruz, ocuparam as segundas posições, cabendo a João Nóbrega, de Santa Cruz. e a José Teles, aluno da escola Dr. Horácio B. Gouveia, as terceiras posições.

Na edição deste ano, onde a 'secundária' de Santa Cruz foi a excepção perante o domínio matemático dos alunos do Funchal, participaram nesta fase final do AgenteX 97 alunos oriundos de várias escolas da Região.

As provas tiveram lugar de manhã na 'secundária' de Santana e à tarde o Parque Temático da Madeira acolheu todos os participantes para a cerimónia de entrega de prémios. DN Madeira

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Madeira no topo do insucesso escolar

A Madeira está na cauda do país em matéria de educação. Em todos os ciclos de estudo, a Região tem as mais elevadas taxas de insucesso escolar, segundo o relatório 'Estado da Educação', apresentado pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) na Assembleia da República.

O documento mostra que a população portuguesa está mais qualificada, existindo cada vez mais pessoas com nível secundário completo, ainda assim continua com valores inferiores à média europeia. Mas mesmo dentro do país, as discrepâncias são grandes. A Madeira tem os piores resultados no que toca a transições de ano e conclusão de ciclo de estudo. Ou seja, por cá há mais chumbos e mais abandono escolar.

No 1º ciclo do ensino básico (antiga primária), a maioria das Regiões atinge ou ultrapassa os 95 por cento de sucesso. As ilhas e o Algarve destoam, ficando abaixo desse limiar. A medida que se avança no percurso escolar há um agravamento do insucesso. "No que se refere ao 2º ciclo [5º e 6º ano], dois terços dos núcleos situam-se acima da média nacional, registando-se os valores mais baixos na Região Autónoma da Madeira (86,5%), Península de Setúbal (87,2%) e no Alentejo Litoral (87,7%)", diz o estudo E prossegue: "Relativamente às taxas de transição no 3º ciclo do ensino básico[7º ao 9º ano] , cuja média nacional é de 86%, de novo dois terços dos núcleos estão acima desse valor e mais uma vez a Região Autónoma da Madeira (79,7%), o Alentejo Litoral (81,8%) e a Península de Setúbal (82,2%) apresentam os valores mais baixos".

Secretário queria estes números
No ensino secundário, os Açores conseguem ultrapassar a Madeira nos maus resultados. Ainda assim, a Região continua entre os piores, sobretudo na transição/conclusão de cursos tecnológicos.

Estas não foram as únicas más notícias para a educação madeirense nos últimos dias. Das 15 escolas onde se fizeram exames do secundário, apenas cinco tiveram médias positivas e nenhuma conseguiu figurar no rol das 150 melhores. O secretário regional da Educação Francisco Fernandes disse na altura que os rankings são uma maneira "redutora" e "enviesada" de avaliar a qualidade do ensino e as escolas da Madeira, já que ignoram, por exemplo, que na Jaime Moniz, 42 alunos entraram em Medicina.

"Não seria mais justo avaliar-se quantos alunos concluem o 9º ano, quantos o 12º e quantos entram na Universidade?, questionou. A investigação da CNE prova que também aqui a Região está no topo da pirâmide de maus resultados.

Portugal afasta-se cada vez mais da Europa

O I relatório Estado da Educação tem quase 200 páginas e reúne estatísticas, números e projecções oficiais, recolhidos junto dos organismos europeus e portugueses e que traçam a evolução do ensino em Portugal ao longo das últimas quatro décadas.

Segundo o documento, a distância que separa os portugueses da média europeia vai continuar em 2013, ano em que as projecções da UE apontam para uma tendência de 60,8% da população portuguesa com baixas qualificações - valor que na Europa rondará os 23%. Em 2020, quase metade da população activa em Portugal terá baixas qualificações (49,8%), enquanto na Europa, o indicador vai situar-se nos 19,5%.(DN)

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Só 30% dos alunos portugueses conclui 12 anos de escolaridade



Apenas 30% dos alunos portugueses concluem os 12 anos de escolaridade, segundo dados revelados hoje por Joaquim Azevedo, professor da Universidade Católica e membro do Conselho Nacional de Educação (CNE).


Citando dados do mais recente relatório do CNE, que será divulgado na quinta-feira, o investigador adiantou que a cada 109 mil alunos que entram no primeiro ano de escolaridade em Portugal só 32 mil chegam ao 12.º ano.


Numa intervenção na conferência 'A Escola de Hoje', em Lisboa, o presidente do Centro Regional do Porto da Universidade Católica Portuguesa (UCP) defendeu a real autonomia das escolas como o caminho para melhorar o ensino em Portugal e evitar o abandono escolar precoce.


O professor e investigador lembrou que a autonomia das escolas já foi "decretada" em Portugal quatro vezes, em 1989, 1992, 1998 e 2002 e que, apesar disso, "tem sido difícil construir um ambiente de autonomia e de liberdade".


Contestando a "infindável produção legislativa" na área da educação, o responsável da Universidade Católica propôs a suspensão de toda a legislação durante cinco anos, ficando as escolas obrigadas apenas a ter planos anuais de melhoria gradual.


"Cada escola estabeleceria planos anuais próprios, assentes em diagnósticos locais, identificando pequenos passos a melhorar que seriam contratualizados com o Ministério da Educação", especificou o também conselheiro do CNE.


Joaquim Azevedo propôs ainda "que se desfaça toda a máquina da educação actualmente existente", criando agências de apoio às escolas.


Estas agências teriam como missão apoiar as escolas nas suas dificuldades concretas e garantir a igualdade de oportunidades.


A par destas agências, a Inspecção geral da Educação deveria ter uma acção mais ampla, verificando os progressos obtidos pelas escolas.


Para o especialista em ciências da educação e antigo secretário de Estado da Educação de Cavaco Silva, "as escolas têm sido infantilmente tratadas pela administração central", que mostra não confiar nos estabelecimentos de ensino.


"A liberdade tem de conduzir à autonomia real de cada escola e à livre escolha por parte de cada família", defendeu Joaquim Azevedo, contestando também a confusão que se tem feito em relação ao papel da escola na sociedade.


Aliás, o professor e investigador considera que um dos problemas da educação em Portugal é um problema político e de confusão entre os vários actores sociais, transformando os vários problemas sociais em problemas escolares.


"A escola não é o substituto da família. O lugar dos pais em termos educativos é em casa, não na escola. E as escolas não existem para fazer educação sexual ou rodoviária. A escola pública está a ser acantonada na escola da ocupação social dos meninos e a escola privada é a escola da educação e da aprendizagem", criticou.


(DN Madeira)

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Escolas insulares fora das 150 melhores



Quase metade com média abaixo de 9,5 valores nos exames nacionais

Nenhuma escola das regiões autónomas da Madeira e dos Açores figura entre os 150 melhores desempenhos nos exames nacionais do ensino secundário, sendo que quase metade dos estabelecimentos insulares registaram uma média abaixo do 9,5 valores.

Segundo dados do Ministério da Educação, entre as 37 escolas insulares que levaram este ano alunos internos a exame, a Básica e Secundária de Velas, na Ilha de São Jorge (Açores), foi a que registou melhor média, com 11,07 valores em 89 provas, o que lhe permite ocupar, ainda assim, o 176.º lugar na lista de ordenação de públicas e privadas.

Segue-se a Secundária Antero de Quental, em Ponta Delgada (também nos Açores), com uma média de 10,89 valores, mas em 743 provas, e a Secundária Jaime Moniz, no Funchal (Madeira), onde se registou uma média de 10,87 valores em 1196 exames.

Analisando apenas o arquipélago da Madeira, dez em 16 escolas obtiveram uma média abaixo dos 9,5 valores, o que representa 62 por cento.

Com uma média de 10,87 valores a Escola Secundária Jaime Moniz lidera a lista das cinco escolas da Madeira com melhor média nos exames nacionais.

Seguem-se Escola Básica e Secundária Professor Francisco Freitas Branco, no Porto Santo, com 10,71, a Escola Básica e Secundária de Santa Cruz (10,63), Escola Secundária Francisco Franco (10,39) e a Escola da Apel com 10,34.

A lista da cinco piores é liderada pela Escola Básica 2/3 de São Roque com uma média de 7,02 valores. A nível nacional este estabelecimento de ensino consta da lista das dez escolas com pior média na 1ª fase dos exames nacionais do 12º.

Na lista das cinco piores regionais seguem-se a Escola Básica e Secundária do Porto Moniz (7,43), a Escola Básica e Secundária Gonçalves Zarco (8,14), a Escola Básica 2/3 do Carmo, em Câmara de Lobos, (8,17) e a Escola Básica Secundária da Ponta do Sol com uma média de 8,32 valores.

Ainda a nível nacional e na lista das dez escolas com pior média onde se realizaram mais de 100 provas, constam a Escola Básica e Secundária Gonçalves Zarco e a Escola Básica 2/3 do Carmo.

Numa análise por disciplinas, a Escola Básica 2/3 de São Roque é a escola do país com pior média em Matemática, com uma média 2,7 valores. A Escola Básica e Secundária do Porto Moniz também consta desta lista com unma média de 5,95 valores.

Em contrapartida, a Escola Secundária Jaime Moniz (13,65) figura na lista das dez escolas com melhor média a esta disciplina.

Em Português, a Escola Básica e Secundária Gonçalves Zarco está entre as dez piores escolas, com uma média de 7,94 valores.

(DN Madeira)

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Madeira encerrou 200 escolas do 1º ciclo


Cerca de 200 escolas foram encerradas nos últimos 15 anos através de “um processo pacífico” de reordenamento do parque escolar, estando prevista a desativação de mais três estabelecimentos este ano, garante um responsável da secretaria da Educação madeirense.

Em declarações à agência Lusa, o director regional do Planeamento e Recursos Educativos, Gonçalo Nuno Araújo, realçou que o Governo madeirense desencadeou o processo de reordenamento da rede escolar no arquipélago há 15 anos, tendo fechado 95 por cento dos estabelecimentos que deveriam ser desativados, “sempre ouvindo e de acordo com os autarcas e os encarregados de educação, garantindo alternativas melhores para os alunos”.

Apesar de ter encerrado 200 edifícios escolares, número equivalente aos existentes em toda a região, “sem problemas”, o Governo Regional construiu ao longo deste tempo mais de uma centena de novos estabelecimentos, mencionou.

Gonçalo Araújo considera por isso que “o Governo da República decidiu agora encerrar de forma cega escolas, tendo como único critério o número de alunos e sem garantir alternativas”.

Na quarta feira ao final da noite, as Direções Regionais de Educação divulgaram nos respectivos sites da Internet a lista das escolas que já não irão abrir portas no próximo ano lectivo, 701 no total, ao abrigo do programa de reordenamento da rede escolar. O critério que sustenta o encerramento destes estabelecimentos de ensino é a existência de escolas do 1º ciclo com menos de 21 alunos, e a posterior agregação em unidades de gestão.

Para Gonçalo Araújo, a medida “reflete o mobilismo verificado nos últimos anos, sendo preciso agora fazer tudo de uma vez” e salientou que não tem aplicação no arquipélago da Madeira, “que não responde a directivas do Ministério da Educação pois tem autonomia”.

Na Madeira serão este ano encerrados mais dois jardins de infância no Funchal (Monte e Santa Maria Maior), “porque existem alternativas nas respectivas zonas e todas as crianças estão matriculadas” e uma escola do 1.º ciclo em Câmara de Lobos porque existe uma nova.

Também será desativada a escola na freguesia do Jardim do Mar, na Calheta, zona oeste da ilha, que tinha quatro alunos, “visto que os pais optaram por matricular as crianças numa maior, no Estreito da Calheta”, concluiu.(I)

sexta-feira, 11 de junho de 2010

"Concursos potenciam para a defesa dos espaços verdes e património do Funchal"

Decorreu no auditório do jardim municipal as entregas de prémios dos concursos 'Uma Escola, Um Jardim' e 'Património da Cidade em 3D', duas iniciativas organizadas pela Câmara Municipal do Funchal, em colaboração com os estabelecimentos de ensino do concelho, com os objectivos de sensiblizar as gerações mais jovens e os funcionários das escolas para a defesa dos espaços verdes e para a valorização do património edificado do Funchal, sobretudo os núcleos históricos.

"Temos feito ao longo dos anos, este é o 16º concurso 'Uma Escola, Um Jardim', que envolvendo a comunidade escolar, desde alunos a funcionários, apresentam a concurso os espaços verdes que circundam os respectivos edíficios escolares", começou por declarar Miguel Albuquerque, presidente da Câmara Municipal do Funchal". E disse: "O outro concurso, realizado pela segunda vez e paralelamente com o anterior, visa sensiblizar as pessoas para a preservação do património edificado do Funchal, e os trabalhos revelam grande sentido criativo e empenho dos envolvidos".

Os prémios entregues aos participantes nas actividade foram compostos por material de desenho. (Dn.noticias)

Uma iniciativa de louvar da CMF, na defesa dos espaços verdes e em todo patrmónio edificado no Funchal.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Universidade da Madeira

Termina sexta-feira o prazo de inscrição das provas destinadas a maiores de 23 anos na Universidade da Madeira.

Podem inscrever-se entre as 9h30 e as 16h30 na Unidade dos Assuntos Académicos no Campus da Penteada, todos os jovens que completaram 23 anos até 31 de Dezembro último, e que não são titulares de habilitações de acesso ao Ensino Superior.

As provas destinam-se a avaliar a capacidade para frequência do Ensino Superior.

Em http://www.uma.pt/maioresde23 pode ser consultado o boletim de inscrição e informações adicionais sobre o calendário para Maiores de 23 anos.(Fonte)