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quarta-feira, 29 de junho de 2011

“Semana do Mar” desportiva

A “Semana do Mar”, que este ano se realiza entre amanhã, quinta-feira, e domingo, é o maior evento cultural, recreativo e desportivo do concelho do Porto Moniz, numa organização do Município nortenho.

Durante quatro dias, a Vila do Porto Moniz servirá de palco a diversas actividades, potencializando a localidade como destino turístico de excelência. Uma vez o mais, o Desporto associa-se às festividades, mormente no fim-de-semana. Em termos lúdicos, de destacar três passeios de mar - no “Búteo” do Parque Natural da Madeira - amanhã, sexta-feira e sábado, sempre com saídas às 16h00.

Também no sábado, a partir das 8h, haverá Pesca de Currico, a partir das 8h00, assim como duas regatas do Troféu de Vela “Costa da Laurissilva” - 5.ª prova do Campeonato da Madeira da classe de Cruzeiros -, entre o Seixal e o Porto Moniz, às 11h00 (1.ª etapa) e às 15h00 (2.ª etapa), evento que está, ainda, inserido nas comemorações do 20.º aniversário do Clube Naval do Seixal (CNS).

O último dia da “Semana do Mar” - domingo, 3 de Julho - terá uma parada de iates, logo pelas 10h00, à mesma hora decorre uma prova do Campeonato de Pesca da 1.ª Divisão, para pelas 13h00 ter lugar uma Regata de Windsurf (Prancha-à-Vela). O ponto alto do dia será, a partir das 16h00, com a Regata Tradicional de Canoas e Caiaques, entre as localidades do Seixal e do Porto Moniz.

Para as 18h00 está marcada a entrega dos prémios desportivos aos vencedores e melhores classificados de todas as provas. Promover o concelho, enquanto destino turístico de excelência para os Desportos de Mar e de Natureza é um dos principais objectivos da autarquia nortenha. (Jornal da Madeira)

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Volta à Cidade do Funchal/”São Silvreste Madeirense” de 2010

Contagem decrescente para a 52.ª Volta à Cidade do Funchal/”São Silvreste Madeirense” de 2010 a ter lugar, amanhã à noite (a partir das 20h00), na “baixa” da capital madeirense, numa extensão de cerca de seis mil metros e num percurso idêntico às últimas edições.

A Associação de Atletismo da Madeira espera, de novo, uma grande participação popular, ao lado de alguns nomes consagrados do meio fundo português e europeu.

Uma vez mais, os organizadores aguardam que as inscrições ultrapassem o milhar de atletas, se bem que a edição deste ano da “São Silvestre” não terá um grande número de atletas vindos do exterior. Ainda, assim, os 10/12 fundistas nacionais e estrangeiros que se deslocam à Região são de primeiro plano e a qualidade da prova vai ser mantida, com a presença dos vencedores da última edição, designadamente Fernanda Ribeiro e Rui Pedro Silva.

Entre os principais inscritos, no sector feminino, para além da atleta nortenha (vencedora em 1997, 2000, 2001, 2002, 2005 e 2009), o evento terá Jéssica Augusto (1.ª em 2006 e 2008), tendo este mês se consagrado campeã europeia de Corta-Mato. Ao “duo luso”, juntam-se as campeãs belga e holandesa de 2010, também de Corta-Mato, respectivamente Veerle Dejaeghere e Miranda Boonstra.

A presença africana deverá fazer-se representar por Almenesh Belete, da Etiópia, atleta internacional e um grande valor a despontar no panorama mundial. Trata-se de uma jovem que já conta no seu currículo com grandes performances nas pistas e estradas, antevendo-se um “duelo” interessante com Jéssica Augusto, Fernanda Ribeiro e com as duas belgas.

Nos masculinos, o vencedor do ano passado (2009), Rui Pedro da Silva, é uma das presenças garantidas e, de novo, o principal candidato ao triunfo. Com olhos no 1.º lugar estará, ainda, o queniano David Bett - campeão mundial de Juniores dos 5.000 metros -, sendo ainda de anotar a presença do belga Krijn Van Koolwijk, com presença no Europeu e Mundial dos 3.000 metros Obstáculos.

Um dos últimos a se inscrever foi Eduardo Mbengani. O internacional português e grande promessa no fundo nacional tem obtido excelentes resultados, com vitórias no plano nacional e resultados a nível internacional. Foi finalista nos 10.000 metros dos “Europeus”, em Barcelona, e mais recentemente contribuíu para a conquista da medalha de prata de Portugal no recente “Europeu” de Corta-Mato, realizado este mês em Albufeira.

O atleta já representou durante algumas épocas o CS Marítimo. Além destes atletas já confirmados, os madeirenses e os populares juntam-se, em peso, à prova. Nomes como Alberto Paulo, Tiago F. Silva, Edwin Nunes, Américo Caldeira, José Marques, João Sá, Nélson e Roberto Prioste, Samuel Teixeira, Olga Pinto, Cristina Nascimento, Julieta Gonçalves, Sandra Teixeira, Raquel Franco e Mara Fernandes deverão protagonizar “lutas” pelos lugares cimeiros entre os atletas locais.

Este ano, e pela 1.ª vez, a São Silvestre terá a participação de um atleta invisual. Trata-se do atleta internacional António Nunes, que será acompanhado pelo seu guia. Em termos de investimento a “São Silvestre” de 2010 reflecte a actual conjuntura económica, apresentando um orçamento de 20 mil euros, o que significa uma redução superior a 50 por cento em relação à prova do ano passado.(Jornal Madeira)

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

PSP Madeira desempenha funções da vigilância privada

Nos maiores palcos desportivos da Região - no Estádio da Madeira e dos Barreiros - a PSP ainda desempenha funções que no continente são já asseguradas pelas empresas privadas de vigilância.

A situação é explicada pelo facto dos Assistentes de Recintos Desportivos (adiante designados por ARD's) apenas estarem credenciados a garantir a segurança nos recintos desportivos há cerca de um ano, como informou Rui Freitas, da empresa Securitas.

Apesar da situação não agradar aos responsáveis pelas empresas privadas, a questão é secundarizada pelos mesmos, até porque os vigilantes são credenciados e tutelados pela PSP.

Na Região, pelo menos duas empresas têm vigilantes credenciadas para garantirem segurança nos recintos desportivos: a Securitas, nos Barreiros e a Charon, no Estádio da Madeira. Também apelidados de 'Stewards', os vigilantes devem usar uma sobreveste identificativa.

Segundo o responsável da empresa Securitas, o ideal seria um meio termo na actuação da polícia e das empresas de vigilância, até porque, deixam claro que não podem nem pretendem substituir-se à PSP. Isso mesmo explica Rui Freitas. "O que tem de existir é um meio termo entre a força de segurança pública (para manter a ordem) e depois um conjunto de procedimentos que são executados pelos agentes de segurança privada que contribuem para a segurança no recinto de jogo. Naquilo que é uma situação de conflito a PSP é indispensável".

Todavia, como acima se escreveu, há tarefas que a PSP desempenha que são da competência dos vigilantes. "O controlo e revista de entrada de adeptos nos estádios no continente já é feito pelas empresas de vigilância. Na Madeira isso ainda não sucede. Isto acontece por uma questão de opção do clube e porque só recentemente existem ARD's na Região. O mais importante é que haja controlo das entradas", explica o responsável da Securitas.

Custos mais baixos

Para os clubes, a principal vantagem da contratação das empresas privadas de vigilância está nos custos mais baixos desse serviço em relação à PSP. "Desconheço o valor que é praticado. Isso é uma opção dos próprios clubes. Há uma obrigação legal para que a polícia esteja presente. A única coisa que lhe posso dizer é que praticamos preços bem mais baixos. Basta ver quanto custa formar um polícia e um vigilante", afirma Rui Freitas.

Contudo, como explicou um funcionário de um clube, que pediu o anonimato, cabe à PSP decidir o número de homens a destacar para os recintos de jogo. Ora, é esse número que também vai influenciar o número de vigilantes num estádio. Funcionam em proporções inversas. Se se tratar de um jogo de risco normal, podem ser destacados no mínimo 25 agentes (mais 25 vigilantes), se for de risco alto pode chegar aos 50 agentes (mais 50 vigilantes). O mesmo funcionário garantiu que, em média, a segurança de um jogo da I Liga custa 2300 euros.

Segurança em todos os recintos

Rui Freitas explicou também que os Assistentes de Recinto Desportivo estão qualificados a garantir a segurança em qualquer recinto desportivo, isto é, pavilhões, piscinas, pistas de atletismo, entre muitos outros espaços que não só estádios de futebol. "Podemos fazer segurança em qualquer jogo. Podemos exercer a actividade de segurança privada em pleno em todo o território nacional e podemos cumprir qualquer solicitação que nos seja feita em todo território nacional".

Sempre com muito cuidado para não chocar com o papel desempenhado pela PSP, o responsável pela Securitas na Região volta a dizer que na área da segurança pública a polícia é indispensável.

Apesar do DIÁRIO ter contactado a Charon, que faz a segurança dos jogos da I Liga do Nacional, mas a resposta não chegou em tempo útil.

Competências dos vigilantes

1.Vigiar o recinto e anéis de segurança
2.Controlar os acessos
3.Controlar os títulos de ingresso e mecanismos de verificação e contagem.
4.Acompanhar, orientar e informar os espectadores
5.Prevenir, controlar e comunicar ocorrências de incidentes
6.Acompanhar grupos de adeptos
7.Inspeccionar as instalações
8.Impedir a circulação dos espectadores entre sectores
9.Evitar a obstrução das vias de acesso ou emergência no interior do recinto

Fonte: DN Madeira

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Rali Vinho da Madeira - "Soube a muito pouco!"

Em pouco mais de 45 minutos a Superespecial da Avenida do Mar ficou 'despachada'. Pouco, muito pouco, para os milhares de espectadores que se deslocaram até ao centro da capital do mundo automobilístico.

O escasso número de participantes, 'fenómeno' da crise que assombra tudo e todos, precipitou o fim do 'aperitivo' da 51.ª edição do Rali Vinho Madeira, facto que deixou naturalmente o 'povo' desolado, frustrado, pela forma (demasiado) rápida com que tudo se evaporou.

A 'sede' de um bom 'Vinho Madeira' fez deslocar milhares de madeirenses até à Avenida do Mar, novamente para 'prestar vassalagem' ao inglês Kris Meeke, que voltou a vencer a Superespecial, tal como o havia feito o ano passado.

O tempo 'canhão' 1.37,2 minutos, nos 2,18 km da extensão da prova, foram os suficientes para 'atirar para canto' o também leão Bruno Magalhães, o piloto mais ovacionado da tarde, excepção feita, claro está, aos madeirenses, nomeadamente Bernardo Sousa, Miguel Nunes e Vítor Sá, os 'três mosqueteiros' da oitava prova do IRC, de quem muitos esperam momentos ímpares.

Logo atrás do duo maravilha da Peugeot, posicionaram-se os 'convidados de honra' do Vinho Madeira: os estreantes Jan Kopecky e Juho Haninnen. Na primeira 'batalha' levou a melhor o checo, mas a forma agressiva e espectacular de conduzir do finlandês deixaram 'crescer' água na boca.

O 'top 5' da Superespecial fechou com a marca do italiano Luca Rossetti, que não parece ter um 'arma' (Fiat) tão eficaz quanto os Peugeot e Skoda.

Lapso no posto de controlo 'atrasa' Bruno

Causou estranheza o tempo que levou Bruno Magalhães a realizar a Superespecial. Passou Bernardo Sousa, bem depressa, por sinal, mas depois houve um hiato demasiado longo... por lapso no posto de controlo.

Bruno Magalhães partiu com um minuto de atraso, mas obviamente não foi penalizado, até porque a organização assumiu logo a pequena 'gaffe'. "Ossos do ofício", revelou ao DIÁRIO Lamberto Jardim, responsável máximo pela segurança do Rali Vinho Madeira, a propósito. "O erro foi logo detectado, corrigido, nada de especial", frisou.

Certo é que Bruno Magalhães veio de 'faca afiada nos dentes', mas no final quem mais sorriu foi o colega Kris Meeke.

João Silva voou - O jovem piloto madeirense bateu a concorrência e todos os carros de Produção. Está cada vez mais forte e pelo andamento promete não dar tréguas ao principal adversário Samir Sousa.

Melhor madeirense - Bernardo Sousa foi o melhor madeirense da Superescial. Arrancou inúmeros aplausos, sobretudo da bancada 'Coral', onde estava a namorada Dália Madruga, amigos e familiares.

Guerra interna - Na luta de 'irmãos' entre Miguel Nunes e Vítor Sá, a primeira batalha foi ganha pelo mais novo, que chegou ao Vinho Madeira a muito custo. O motor calou-se e houve a necessidade de alugar um outro à Peugeot Portugal. Há males que vêm por bam!

Bem no fim - Costuma-se dizer que os últimos são sempre os primeiros, mas não neste caso. Aurélio Rodrigues é o 'lanterna vermelha' da prova.

Olha que dois - Na luta pelo agrupamento de Produção, João Magalhães bateu Rui Pinto por uma só décima. Filipe Freitas ficou bem lá para trás. Rui Fernandes até fez melhor.

Todo o lugar é bom - Porque a segurança assim o exige e porque o número de espectadores é cada vez maior, houve a necessidade de recorrer a todos os cantinhos para ver melhor a prova.

Doze provas especiais com dois grandes saltos
Disputam-se hoje doze provas especiais de classificação, com particularidade destaque para a dupla passagem pelos Terreiros, onde há um enorme salto para ultrapassar, junto ao Estádio da Madeira, na Choupana, no qual deverão concentrar-se milhares de pessoas.

Todos os concorrentes estiveram à partida
Todos os condutores e carros inscritos para a 51.ª edição do RVM apresentaram-se nas verificações documentais e técnicas, pelo não há baixas a resgistar. Também todos passaram o 'teste' da Avenida do Mar.

Céu nublado previsto para o dia de hoje
O tempo quente está para durar, sobretudo a humidade, no entanto para hoje estão previstos períodos de céu muito nublado, com vento moderado (20 a 35 km/h) de Norte, sendo fraco (inferior a 15 km/h) no Funchal.(Fonte)

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Via expresso Seixal-Porto Moniz condicionada este domingo

Triatlo do Porto Moniz obriga a condicionamento da circulação automóvel entre as 8h30 e 9h40

No próximo domingo, entre as 8h30 e as 9h40, a circulação aotomóvel na via expresso n.º2 (VE2), entre o seixal e o Porto Moniz, será condicionada para a realização do VII Triatlo do Porto Moniz.

O encerramento será totalmente realizado e controlado pela PSP de forma devidamente sinalizada, solicitando-se dos utentes a necessária compreensão e o escrupuloso cumprimento da sinalização e instruções que lhes sejam transmitidas no local, quer pelas autoridades quer pelos elementos da organização da prova, devidamente identificados.

A circulação de/e para a Ribeira da Janela e para a vila do Porto Moniz, durante aquele período, terá de utilizar os traçados alternativos mais próximos, a partir do Paúl da Serra. Em situações de emergência deverá ser contactada a PSP ou o Serviço Regional de Protecção Civil, IP-RAM, que decidirão a melhor forma de resolução de eventuais situações que, pela sua excepcional urgência, exijam a interrupção da prova e uma autorização de circulação.

DN Madeira